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R na Prática – Parte 23

Gráficos em R

1.3.3  Função stripchart()

Esta função gera uma dispersão unidimensional, na forma de pontos plotados em uma tira. Para impedir a superposição de pontos, usa-se o método “jitter” que evita o empilhamento, melhorando a visualização da dispersão. Este e outros argumentos estão descritos na Tabela P23.1.

Tabela P23.1: Função stripchart() e seus argumentos.

O primeiro exemplo mostra como usar a função stripchart() com a fórmula Cd contra a variável uso do solo (Script P23.1).

A função stripchart() permite a plotagem de múltiplas tiras como feito anteriormente para o diagrama de caixa. Entretanto, isso requer uma lista de nomes e variáveis, como se apresenta no Script 23.2.

Nesse exemplo, faz-se a plotagem das tiras na vertical (vertical=TRUE). Observar como se faz a plotagem do diagrama de tiras, por meio da expressão Cd~Landuse. Os dados são da região do Jura (Goovaerts, 1997, p. 4-6).

Para a leitura correta do arquivo, faça a adequação do diretório em que estiver gravado o arquivo de dados jura_prediction.csv, por meio do comando setwd(), conforme a linha 1. Caso o Leitor queira direcionar a saída gráfica para um dispositivo do tipo jpeg, deve-se tirar os comentários (#) das linhas 4-6 e da linha 9, lembrando que o diretório também deve estar compatível com a organização do seu computador (linha 4).

Referência bibliográfica

Goovaerts, P. 1997. Geostatistics for natural resources evaluation. New York, Oxford University Press. 483p.

Próximo artigo

No próximo artigo, vamos abordar o uso da função pairs() da linguagem R, que permite fazer a representação de diagramas de dispersão combinados dois a dois. Trata-se de um recurso extremamente valioso quando se deseja analisar a estrutura de dados multivariados.

Jorge Kazuo Yamamoto

Escrito por Jorge Kazuo Yamamoto

Prof. Dr. Jorge Kazuo Yamamoto, fundador da Geokrigagem, é geólogo, foi pesquisador do IPT e docente do Instituto de Geociências da USP, onde se aposentou como Professor Titular do Departamento de Geologia Sedimentar e Ambiental. Atualmente, atua como Professor Sênior do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo – Escola Politécnica – USP. É responsável pela disciplina “Métodos geoestatísticos” na Pós-Graduação do IPT – Investigação do subsolo: Geotecnia e Meio Ambiente. Dedica-se ao ensino de geoestatística, com ênfase no desenvolvimento de algoritmos e pesquisa de novas aplicações, tais como: variância de interpolação, cálculo da variância global de depósitos minerais e correção do efeito de suavização da krigagem. Ultimamente, seu interesse está voltado para o ensino e divulgação da linguagem R.

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