Retrospectiva da Geoestatística I: Tratado de Geoestatística Aplicada (Matheron)
A Geokrigagem lança a série Retrospectiva da Geoestatística. Serão apresentadas resenhas das principais obras que foram importantes para...
Correção direta do Efeito de Suavização – Parte 3
No artigo anterior, mostramos como a correção direta do efeito de suavização da krigagem ordinária se processa para...
Correção direta do Efeito de Suavização – Parte 1
Uma vez caracterizado o problema do efeito de suavização da krigagem ordinária, vamos abordar nesta série a correção...
Suavização da krigagem ordinária: correção
Como corrigir a suavização da krigagem ordinária? No artigo anterior, vimos como se manifesta o efeito de suavização...
Simulação Gaussiana Sequencial
Os resultados da Simulação Gaussiana Sequencial No artigo anterior, vimos o que é o efeito de suavização da...
Suavização da Krigagem Ordinária
Krigagem é o nome genérico dado a uma família de estimadores baseados na minimização da variância do erro. Dentre eles, a krigagem ordinária é o mais popular devido à sua simplicidade de aplicação, bem como pela confiabilidade e exatidão de suas estimativas e, por isso, é o método padrão aceito na indústria mineral.
Continuidade geológica
O que é a continuidade geológica? Continuidade geológica é a ocorrência física ou geométrica de feições geológicas que...
Modelo geológico e avaliação de recursos minerais
A avaliação de recursos minerais não pode ser um procedimento simplesmente matemático de cálculo de teores considerando uma massa homogênea de material geológico. Uma aplicação bem-sucedida da geologia tanto no desenvolvimento como na lavra de um depósito mineral deve proporcionar simples respostas quantificáveis de combinações geológicas complexas de tonelagens, teores, qualidade da rocha e características de tratamento que são únicos em cada depósito. Um fator chave na estimativa de um recurso mineral é a síntese de toda a informação geológica em um modelo geológico coerente, que deve considerar todos os elementos que podem influenciar a localização da mineralização.
Inventário da Pesquisa Mineral – Parte 3
Os testemunhos são analisados em intervalos denominados de-para ao longo do furo. É importante verificar se não há superposição de intervalos de-para na descrição do furo, bem como intervalo de-para ausente. A descrição deve contemplar o comprimento do furo. Assim, o último para deve ser igual à profundidade máxima do furo.
Sondagem na pesquisa mineral
As sondagens constituem principal fonte de amostras, pois elas fornecem os testemunhos que serão submetidos às mais diversas análises químicas e físicas. Portanto, essa amostragem pressupõe que os dados resultantes são direta ou indiretamente representativos da área em que ela foi realizada (Roden e Smith, 2001, p. 73). Segundo esses autores, existem três elementos que devem ser considerados para um sistema de amostragem e determinações químicas: 1) manutenção da integridade da amostra no campo; 2) seleção de um método apropriado de análises químicas e 3) monitoramento completo em base contínua de todo o sistema de amostragem e análises químicas.