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Geoestatística no R – Lição 25: Ajuste do variograma experimental com anisotropia

Neste tutorial, ilustraremos o ajuste do variograma experimental com anisotropia que já foi projetado na lição 22. O variograma experimental precisa ser ajustado, já que, quando é calculado, é feito para um número finito de distâncias e direções no espaço, o que o torna incompleto e não satisfaz suas condições. Outro dos motivos do ajuste é que a nuvem de pontos adquiridos está sujeita a imprecisão.

Regras para ajustar o variograma experimental

Deve-se ter em conta que, para o ajuste do variograma experimental, o modelo do variograma escolhido deve ter o mesmo efeito pepita ou nugget e o mesmo número de estruturas aninhadas para todas as direções. Antes de ajustar o variograma, devemos ter claras as características que descrevem o variograma experimental. Tais características serão nomeados a seguir:

  • Definimos se o variograma tem um efeito de pepita;
  • Determinamos o patamar;
  • Definimos a amplitude;
  • Escolhemos o modelo do variograma, visto na lição 24;
  • Determinamos o tipo de anisotropia;

 

A função vgm() do pacote gstat será usada para ajustar o variograma experimental da lição 22. A estrutura que você verá abaixo é fornecida por o pacote gstat, para projetar o ajuste do variograma

psill: O patamar onde o variograma é estabilizado.

model: Tipo de Modelo do variograma utilizado para fazer o ajuste (Exp, Sph, Gau, Mat, entre outros).

range: Amplitude, distância que separa o campo estruturado do campo aleatório

nugget: Efeito pepita ou Nugget do variograma experimental.

add.to: O modelo de variograma ao qual queremos adicionar um componente (estrutura).

anis: Parâmetros de anisotropia.

Escrito por Equipe Geokrigagem

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